domingo, 24 de maio de 2015

3- GRUPO


UNIVERSIDADE ANHANGUERA
POLO SEMIPRESENCIAL DE PROMISSÃO – SP


PEDAGOGIA -3°Semestre-2015

 DISCIPLINAS:

APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA
DIREITOS HUMANOS
INTRODUÇÃO Á EDUCAÇÃO VIRTUAL



Acadêmicos:
Amanda Piovezan 
RA: 9904002289

Daniele Nunes Brasil da Silva
 RA: 1299348686

Joyce Santos de Oliveira
 RA: 8745998019

Luma Larrayane da Silva
 RA: 8745132546


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2- ENTREVISTA COM O EDUCADOR

2 - Educador de Crianças Especiais


Nome: Ana Maria de Souza
Profissão: Professora 
Idade: 42 anos
Observação: Trabalha desde 2008 com alunos de Educação Especial.




Cursos e Especializações:

Graduada em Pedagogia; Especialização em Educação Especial; ePós-graduação Psicopedagogia.


Outros Cursos:

Magistério; Libras.

1.O que é a inclusão escolar? 
A expressão “inclusão escolar”, para mim, tem um significado bem amplo. Pode significar simplesmente inserir a pessoa com alguma deficiência na escola ou pode significar dar ao deficiente todo apoio necessário para uma completa aprendizagem. 

2. O processo de inclusão influenciou o seu trabalho? De que forma? 
Certamente que influencia o trabalho de todo professor que trabalha com deficiências. Isto porque um professor da educação especial trabalha com as múltiplas deficiências. Por exemplo: da mesma forma que não temos homogeneidade em crianças com visão dita normal, também não temos homogeneidade com deficientes visuais. Cada um tem suas particularidades. Vivemos uma diversidade muito grande. 

3. Qual é o papel do professor no contexto da inclusão escolar? 
Proporcionar autonomia e ensiná-lo para os mesmos fins: cidadão crítico e atuante na sociedade. 

4. E o papel dos pais? O que você acha que os pais podem fazer para auxiliar os seus filhos na escola? 
Os pais são importantíssimos neste processo; porém, o professor não pode esperar que os pais eduquem academicamente os seus filhos. É de responsabilidade do professor o ensino, as lições e tudo que for pedagógico. Aos pais, coube, cabe e sempre caberá dedicar carinho, amor e respeito aos seus filhos. 

5. Como os demais alunos da sala receberam o aluno portador de deficiência? Como é o relacionamento entre eles? 
Dependendo da idade, esta recepção se dá de forma diferente. Pela minha experiência, pude observar que crianças recebem de forma mais pura e sem preconceitos. Já os adolescentes e os adultos intimidam-se um pouco mais no início. O professor deve sempre mediar estes relacionamentos com sensatez e referências. 

6. Como deve ser o currículo no contexto da inclusão escolar? 
Na minha opinião, deve ser o mesmo, salvo possíveis adaptações no que se diz respeito a materiais de apoio diversos para uma completa aprendizagem. 

7. Na sua escola, são disponibilizados serviços de apoio à criança portadora de deficiência? Quais? 
Trabalho em dois locais diferentes: na rede estadual e em uma escola particular. Em ambas são disponibilizados serviços de apoio; porém, na escola particular eu tenho mais recursos para a efetiva aprendizagem do deficiente visual. 

8. Você acredita na inclusão? Por quê? 
Acredito em partes, já que acho que estamos apenas engatinhando. É uma questão muito complexa e, do meu ponto de vista, tem muitas falhas. Uma criança especial (independentemente de sua deficiência) precisa de vários estímulos extra-escolares para que a aprendizagem se efetive. Por exemplo: Uma criança deficiente visual não aprende a ler e escrever com uma criança que enxerga. Existe um período preparatório para o Braille, essencial para sua formação futura. Depois, ela fica silábica por um bom tempo, faz exercícios repetitivos de sílabas. As estimulações não são visuais, portanto, a sala não é um ambiente estimulador. São outras necessidades.


1- MEU AMIGO É ESPECIAL

segunda-feira,18 de maio de 2015



1- MEU AMIGO É ESPECIAL


Trecho do Filme: "Como estrelas na Terra: Toda criança é especial"


APRESENTAÇÃO DE ALUNOS DE UMA ESCOLA ESPECIAL






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Desenhos confeccionados por crianças entre 8 e 10 Anos.




M.J.C.C- 10 Anos

Matheus ele é diferente porque usa aparelho e tem problema de audição. Conheci Matheus na escola. Trato ele muito bem, pois ele é uma criança super alegre.



L.E.O - 8 Anos

Mariandra ela tem o olho diferenciado (Estrabismo). Conheci ela na rua de casa andando de bicicleta. Eu trato ela muito bem, somos melhores amigas.



L.T - 8 Anos

Ana Clara não fala e não escuta direito. Iniciei amizade com ela na escolinha da igreja. Gosto muito dela e fico incomodada quando minhas outras amiguinhas grita com ela.




J.P- 9 Anos

Kauê, ele não anda, não fala tem uma paralisia cerebral. Somos vizinhos. Eu e ele brincamos todos os dias eu trato ele muito bem e dou muita atenção.




H.F- 8 Anos

Luana tem os pés tortos e não fala. Conheço ela porque nossos pais são amigos. Trato ela muito bem e brinco diariamente com ela.